O meio sindical municipal de Coelho Neto, vivenciou na manhã desta quinta-feira, dia 12, os efeitos de uma nova política na cidade. Ex-representantes do Sintasp/MCN (Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal da Microrregião de Coelho Neto), tentaram mobilizar os servidores com a narrativa de que estariam em defesa de seus interesses.
Quem passou pela avenida Antônio Guimarães, Olho D’aguinha, pôde observar a presença de cerca de 18 pessoas na porta do Fórum de Justiça. A tentativa frustrada de levantar um novo movimento tinha como bandeira o Instituto de Previdência Municipal.
Entre os participantes, estaria o ex-presidente do Sintasp, Francisco Júnior Rodrigues de Lima, conhecido como “Lima Júnior”. Durante o governo Américo de Sousa, Lima Júnior deixou a presidência do sindicato para assumir a coordenação do EJA no município.
Em 2020, o grupo visto hoje (12) na porta do Fórum, perdeu a eleição para a presidência do Sintasp. Um ano depois, o grupo fundou um outro sindicato, o SINDPROM/CN (Sindicato dos Professores Municipais de Coelho Neto), que tem como presidente o próprio Lima Júnior.
Nessa quarta-feira (11), o Sindprom enviou um ofício à câmara municipal, onde convidou a casa para participar do ato que tinha como objetivo, protocolar uma ação civil pública. Um vídeo circulou nas redes sociais, onde convidava os mais de 700 servidores ativos e inativos para participar, porém o movimento não teve adesão.
Vale ressaltar, que no período da ex-gestão municipal entre 2019 e 2020, os relatórios apontaram um rombo de quase R$ 5 milhões no Instituto de Previdência Social coelhonetense.

À época, o Sintasp não manifestou nenhum tipo de anomalia na entidade pública.